
VIDEODANÇAS
08
Exibições presenciais
10
Abril 2026
Abril 2026
Local: Museu Regional de Caeté
Horário: 14h
Local: E.E José Brandão
Horário: 10h
Exibições virtuais
12 a 18
Abril 2026
Local: canal no Youtube do
Grupo Contemporâneo de
Dança Livre
Boi Ancestral – Um encontro com nossas raízes
“Boi Ancestral” é um videodança que emerge das manifestações populares ligadas ao Boi da Manta. A obra é uma celebração poética e corporal que entrelaça memória, tradição e contemporaneidade, ressignificando os gestos, os ritmos e os símbolos que atravessam essa brincadeira popular.
O Boi, figura central da obra, surge como metáfora de conexão entre mundos: ancestralidade e contemporaneidade, sagrado e profano, corpo e som. A manta que cobre os corpos dos intérpretes carrega não apenas a estética da brincadeira, mas também o peso simbólico das heranças afro-brasileiras e indígenas que sustentam essa tradição.
A obra convida o espectador a percorrer os caminhos do centro histórico de Santa Luzia tendo como cenário sua arquitetura barroca e colonial — entre ruas de pedra, capelas, encruzilhadas, praças e currais. O corpo brinca, rasteja, se eleva, gira e se reinventa, como quem dança para manter viva uma memória coletiva.
“Boi Ancestral” é mais do que uma representação; é um reencontro. É som que procura corpo, é corpo que reverbera som. É a força de uma cultura que insiste em permanecer viva, dançada, cantada e compartilhada.
Diretor e Coreógrafo - Joel Martins/Figurinista - Cícero Miranda /Produção - Cíntia Woow/Interpretes e criadores: Emanuela Santos, Flor Menezes, Freddy Áfric, Kaiky Neves, Éris Gabriella, Rute Fonseca, Marlene Ferreira e Márcio Miguel./Direção de fotografia - Lucas Henrique Ferreira /Assistente de Fotografia - Matheus Neves /Fotografia Still - Arthur Richard/Trilha sonora - Johnny Herno/Mixagem e Masterização - Ronilson Silva /Gestão Financeira - Amanda Pontes /Designer Gráfico e Gestão de Redes Sociais - Débora Alves /Assessoria de Imprensa: Bramma Bremmer/Acessibilidade: Fabiana Moreira e Uziel Ferreira.
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Central
A videodança "Central" parte do estudo da relação entre corpo e cidade através da criação de videografias do movimento. Dirigida por Luísa Machala e Samantha Viana , o filme explora a construção de um corpo extra cotidiano, provocando contrastes entre a quietude e o caos. Por vezes, buscou-se criar o silêncio, encontrar vazios: tomar para si o corpo, o movimento, a cidade.
Direção: Luísa Machala e Samantha Viana/Criadores-intérpretes: Angélica Carla Dos Santos,Ari Pikensita,Beatriz Regina,Cássia Angélica Monteiro Da Silva,Oh - Di,Iago Marques,Jud Neta,Karine Alves Nogueira,Layla Beatriz Reis Santos,Maria Chiquinha/Roteiro: Coletivo/Trilha sonora original: Jud Neta,Oh-Di/Filmagem e edição: Luísa Machala

Chroma Kê?
O que viraliza nos atravessa. O que nos atravessa, nos constrói ou nos apaga? Na era dos memes, a imagem se move, se repete, se ressignifica. O riso ecoa, mas também engole. O corpo se converte em um pixel, uma piada, um deslizar de tela. Estamos consumindo ou sendo consumidos? “Chroma Kê?” é uma videodança que reflete sobre a cultura da viralização e seus impactos na forma como nos percebemos e nos relacionamos atualmente. O personagem central — o Homem Chroma Key — transita entre presença e ausência, visível em um instante e apagado no seguinte. Sua existência está diretamente ligada à visibilidade, ao desejo de ser notado e compartilhado. Queremos viralizar ou apenas existir? Combinando dança, performance, humor e crítica social, a obra convida o público a refletir sobre a sobrecarga de informações visuais e sonoras do mundo digital. A internet nos conecta, mas também nos dispersa. O meme, como o corpo, se esgota.
Mas o que resta depois do riso? Entre frames e falhas, a dança surge como um convite à consciência em meio ao ruído. Um movimento pixelado. Um alerta. Um canal sintonizado com a urgência do presente.
Direção Geral e Concepção: Maxmiler Junio/Direção de Imagens e Roteiro: Maíra Campos/Preparação Física e Artística:Cristhyan Pimentel
Concepção de figurino:Kristiany Nascimento/Figurino:Mathues Antunes/Trilha Sonora:Alysson Rodrigues/Bailarino Intérprete Criador: Maxmiler Junio/Edição de Vídeo:Mussi Produções/Captação de Imagens: Hanna Mussi e Alysson Rodrigues
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Enter – Telas
A Dança é, provavelmente, uma das formas mais antigas de expressão e de comunicação humana. Primeiramente apenas usando o recurso da gestualidade para, a seguir, acompanhar o ritmo percussionado. Desse modo a Dança é, antes de tudo, companhia, testemunha e expressão da história humana. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função enquanto instrumento de afirmação de sentimentos, emoções e experiências humanas. Mais do que nunca é um ENTER TELAS.
Intérpretes | Criadores: Gutielle Ribeiro,Rodrigo Pinheiro,Thales Buzelin,Walleyson Malaquias/Filmagem:Thales Buzelin/Ediçâo:Pedrin Brun/Produção:Gutielle Ribeiro/Trilha sonora:Beats Rodrigo Khan

Espera
Este filme, com direção de Rosa Antuña, é inspirado no espetáculo de dança “Espera”, dirigido e coreografado por Mário Nascimento.
O elenco conta com os intérpretes criadores Eliatrice Gischewski, Fábio Costa, Ludmilla Ferrara, Mário Nascimento e Rosa Antuña.As imagens foram feitas por Gabriel Wallace.A produção é de Herivelto Campos.
O espetáculo entrou em cartaz no CCBB BH e em 16 de março de 2020 teve sua temporada interrompida devido à pandemia. O espetáculo teve a trilha sonora original criada pelo compositor Fábio Cardia, mas nesta vídeo-dança o que prevaleceu foi o silêncio. No espetáculo havia voz, protestos e denúncias. Neste filme o silêncio foi o protesto. O silêncio veio em respeito às perdas durante a pandemia, veio trazendo a gravidade da situação que vivemos no país. Nosso silêncio também veio dizer que sentimos muito a falta do bailarino Jorge Ferreira, que fazia parte do elenco e faleceu em 2 de dezembro de 2021.
Por isso, dedicamos este filme ao nosso querido Jorge, amigo e colega. Um bailarino de grande força, presença e delicadeza, que agora dança com as estrelas. Patrocínio Lei Aldir Blanc do estado de Minas Gerais.
Concepção e Direção: Rosa Antuña /Imagens e edição: Gabriel Wallace/Elenco: Eliatrice Gischewski, Fabio Costa, Ludmilla Ferrara, Mário Nascimento e Rosa Antuña/Figurino: Mário Nascimento/Produção: Herivelto Campos/ Esta video-dança foi inspirada no espetáculo “Espera”, de Mário Nascimento

Latitude-zero
"Latitude-zero", conclusão do projeto “Narrativas e poéticas negras”, se deu após cinco meses de pesquisas em 2022 de textos literários escritos por pessoas negras de diversas regiões do mundo. A dança, a sonoridade, a voz, a literatura, o figurino, a cenografia e o audiovisual levaram a este trabalho que carrega em seu nome a poética de José da Craveirinha (Moçambique). Expandir as ranhuras do tempo causadas pelos sussurros gritantes dos nossos antepassados, atravessar as vozes pela garganta para ampliar uma terra sem nome, lugar ou fronteiras. Trabalho que bebeu de si com a sensação de insílio, um terreiro de partilha e troca, um refúgio àqueles com cunho de relembrar um futuro que ainda não está aqui - ou já esteve.
Direção e coreografia: Ygor Gohan/Performance: Freddy Afric e Deynaba Kane Ba/Trilha sonora: Djeinaba Kane Ba/Texto: Samuel Nascimento/Voz: Estela Costa/Filmagem, fotografia e edição: Luísa Machala/Cenografia e figurino: Virgílio Muniz/Realização: Narrativas e poéticas negras

Onde for
Em um banheiro, o corpo encontra espaço para se mover. A dança surge sem ensaio, como quem pensa em voz baixa. Entre reflexões e gestos cotidianos, o ambiente se transforma em parceiro: azulejos, cigarro e pequenas suspensões compõem a cena. Ali, naquele instante, a dança acontece — onde for, como for.
Direção:Italo Augusto e Luísa Machala/Dança:ítalo Augusto/Direção de fotografia:Luísa Machala/Filmagem:Luísa Machala/Música:Down The Rabbit Hole - The Grey Room/Edição:Luísa Machala/Realização:Ações de apartamento

Quarto Neongráfico
Este trabalho, em formato de videodança, é parte de um processo em que o performer está em busca de um lugar utópico nesta época de instabilidades, no pós pandemia de covid 19. A ação é uma interpretação e performatização das sensações acumuladas no enclausuramento do dançarino. Ou seja, este ao cumprir sua quarentena, entra em estado reflexivo sobre a crise. A criação gira em torno das relações com o espaço e com a grafia de um manifesto nas paredes do quarto e os movimentos são dançados de forma poética. Há um texto escrito nas paredes que partem de um manifesto pelo mundo que o personagem almeja. O efeito neon explorado na obra tem o intuito de destacar a importância do manifesto, seja como escrita, como performance, mas também como obra visual e cênica. E se o novo mundo for em neon? Espera-se gerar com esta videodança uma reflexão no público, sobre o estado de ser e as novas formas de encarar a vida originadas. O ser humano é hoje em dia, um ser mais evoluído? Será que o trabalho é mais essencial que a vida? As relações de poder continuarão as mesmas? O processo capitalista continuará com sua hegemonia sem ao menos sofrer uma reestruturação com o intuito de tornar o planeta mais igualitário e sustentável? A criação da videodança “Quarto Neongráfico” foi uma oportunidade de expressar algumas vontades e transformá-las em grafia e cor. A escolha da tinta neon, se estabeleceu como uma estratégia poética, no sentido da valorização da cor e do destaque que daria para as palavras. Nesse sentido, texto, cor e movimento corporal, aliados a tecnologia estabeleceu essa telepresença almejada.
Coreografia, performance, edição de vídeo e produção executiva: Allan Zamperini /Música e sons: Software de edição e voz do performer.

SOU TODO PRETO
Juntos seremos mais vozes contra essa vergonha que insiste em nossa sociedade, cada vida importa sim. A arte de dançar a realidade que tenta silenciar e anular a existência que resulta de uma resistência.
Nando Matipó- interprete criador /Rodrigo Dias - Filmaker

SUFOCA
A necessidade de estar em isolamento social modificou nosso entendimento de liberdade. Estaríamos presos a ambientes sufocantes e virtuais mesmo antes da pandemia? O SOMOS propõe uma videoinstalação mapeada com um corpo em cena instigado a ressignificar sua relação com os espaços urbanos.O trabalho consiste em uma videodança com linguagens de movimento das danças urbanas e contemporânea e também faz uso de recursos oriundos do design gráfico.
Direção coletiva: Túlio Cássio, Elisa Righetto, Rafo Barbosa/Coreografia: Túlio Cássio/Edição e montagem: Túlio Cássio/Dançainos: Elisa Righetto, Tulio Cassio/Gráficos: Rafo Barbosa, Elisa Righetto/Música: Concerto No. 2 em Sol menor, op. 8, RV 315, "L'estate" (Verão) - Vivaldi

Um mar
Venda Nova, periferia de Belo Horizonte. Por onde as águas passam quando são impedidas de circular? Quando o concreto se impõe e não há mais para onde ir quem segura a força das águas? A gente só se lembra do rio quando alaga. Curta gravado com uma DVCam dos anos 2000.
Direção, argumento e montagem: Duna Dias e Leonardo Augusto/Roteiro: Flavi Lopes/Direção de fotografia: Duna Dias, Leonardo Augusto e Luísa Machala/Câmera: Luísa Machala/Câmera auxiliar: Duna Dias/Dançarinos: Heloisa Rodrigues, Natália Cândido, Nadja Kai Kai, Oscar Capucho e Socorro Dias/Figurino: Socorro Dias/Assistente de figurino: Duna Dias/Fotografia still: Alex Matos/Captação de som direto: Alex Matos e Leonardo Augusto/Trilha sonora: Érico Ferry/Cor: Luíza Almeida - Rec Color/Fotografias: acervo do Centro Cultural Venda Nova/Produção executiva e direção de produção: Duna Dias/Produção de locação: Duna Dias e Leonardo Augusto /Apoio logístico - gravações: Eduardo Henrique/Assistente de produção: Heloisa Rodrigues/Acessibilidade: Vias acessíveis/Contabilidade: M.A.Q.L Serviços/ Marcos Queiroz
